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domingo, 21 de dezembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
O Lago dos Cisnes
"O Lago dos Cisnes" é um clássico incontornável da história da dança. Desde a sua estreia, não muito gloriosa, que foi revisitado inúmeras vezes por todo o mundo, em versões que tomaram as mais diversas formas e feitios.
A música de Tchaikovski continua, no entanto, a ser a grande inspiração, mesmo nas produções que mais romperam com a tradição. O famoso segundo acto, o acto branco, segundo Lev Ivanov, é também o acto icónico e praticamente intocável de todo o classicismo da dança, na sua conceoção quase abstracta da figura de mulher-cisne e na utilização do corpo de baile.
Nesta produção da Companhia Nacional de Bailado estreada em Fevereiro de 2013 quisemos reproduzir essa tradição coreográfica em toda a sua pureza de estilo, partilhando-a com as imagens e a dramaturgia do cineasta Edgar Pêra. A Fernando Duarte, coube a reconstrução coreográfica e coreografia adicional.
Coreografia : Fernando Duarte
Filme : Edgar Pêra
Música : P.I.Tchaikovski
Figurinos : José António Tenente
Desenho de luz : Nuno Meira
quinta-feira, 29 de maio de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Ouvir
É quem ouve, e não quem diz, que decide o que é dito. E está tudo dito.
Pedro Chagas Freitas,"O Livro dos Loucos"
domingo, 9 de março de 2014
Subfelicidade
O que mais dói não é – desengana-te – a infelicidade. A infelicidade dói. Magoa. Martiriza. É intensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar. Mas a infelicidade não é o que mais dói. A infelicidade é infeliz – mas não é o que mais dói.
O que mais dói é a subfelicidade. A felicidade mais ou menos, a felicidade que não se faz felicidade, que fica sempre a meio de se ser. A quase felicidade. A subfelicidade não magoa – vai magoando; a subfelicidade não martiriza – vai martirizando. Não é intensa – mas é imensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar – mas em silêncio, em surdina, em anonimato. Como se não fosse. Mas é: a subfelicidade é. A subfelicidade faz-te ficar refém do que tens – mas nem assim te impede de te sentires apeado do que não tens e gostarias de ter. Do que está ali, sempre ali, sempre à mão de semear – e que, mesmo assim, nunca consegues tocar. A subfelicidade é o piso -1 da felicidade. E não há elevador algum que te leve a subir de piso. Tens de ser tu a pegar nas tuas perninhas e a subir as escadas. Anda daí.
Sair da subfelicidade é um drama. Um pesadelo. Sair da subfelicidade é mais difícil do que sair da infelicidade. Para sair da infelicidade, toda a gente sabe – tu mesmo o sabes: tens de tomar medidas drásticas. Medidas radicais. Porque a infelicidade é, também ela, radical. Mas sair da subfelicidade é uma batalha interior muito mais dolorosa. Desde logo, porque não sabes se queres, mesmo, sair da subfelicidade. Porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a desilusão – terás, no máximo, a subdesilusão; porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a perda – terás, no máximo, a subperda. Estás a ficar perdido com o que te digo?
A subfelicidade é o produto mais diabólico que a humanidade criou. Formatado pela consciência, o homem assimilou um conceito que, na verdade, não existe: o da felicidade segura. Espero que estejas bem seguro nessa cadeira quando leres o que aí vem no próximo parágrafo.
A felicidade segura não existe. A felicidade segura é segura, sim – mas não é felicidade. A felicidade pacífica é pacífica, sim – mas não é felicidade. A felicidade, quando é felicidade, assolapa, euforiza, arrebata. E não deixa respirar, e não deixa sequer pensar. A felicidade, quando é felicidade, é só felicidade. E tudo o que existe, quando existe felicidade, é a felicidade. Só ela e tu. Ela em ti. Ela em todo o tu. A felicidade, para ser felicidade, não tem estratos, não tem razão. Ou é ou não é. A felicidade é animal, de facto – mas é ainda mais demencial. Deixa-te louco de felicidade, maluco de alegria, passado dos cornos. Só quando estás dentro da felicidade é que estás fora de ti. Liberto do corpo, da matéria, da sensação – e imerso naquela indizível comunhão. Tu e a felicidade. Já a sentiste, não?
Não há como dizer de outra maneira: se estás acomodado à subfelicidade, se tens medo de ser feliz e preferes a certeza de seres subfeliz: és um triste de todo o tamanho. A subfelicidade é uma tristeza. Uma tristeza de hábitos, de rotinas, de sorrisos – uma tristeza que inibe a surpresa, o imprevisível, a gargalhada. Uma tristeza que te faz refém do que fazes e te impede de te seres o que és. Olha em redor: a toda a volta há pessoas subfelizes, pessoas que dizem “vai-se andando”, pessoas que dizem “tem de ser”, pessoas que dizem “eu até gosto dele”, pessoas que dizem “sou feliz” com os olhos cheios de “queria ser feliz”, pessoas que dizem “é a vida”. Mas não é. A vida não é a quase felicidade. A vida não é a subfelicidade. E, se é a primeira vez que vês isso, fica entendido o que sentes. Ou subentendido, pelo menos.
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in "Eu Sou Deus", de Pedro Chagas Freitas
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sábado, 7 de dezembro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
O Valioso Tempo dos Maduros !
"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando os seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
“As pessoas não debatem conteúdos apenas rótulos”.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir dos seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge da sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim basta o essencial."
Mário de Andrade
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando os seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
“As pessoas não debatem conteúdos apenas rótulos”.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir dos seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge da sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim basta o essencial."
Mário de Andrade
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
sábado, 10 de março de 2012
EDSAE - Aqui há Talento
TU VOTAS E DECIDES quem tem mais Talento na EDSAE.
Uma noite cheia de emoção e talento em que o Público vota qual dos participantes do concurso tem mais talento e ganha o Primeiro Prémio!
Cerca de 10 Grupos partilham o palco e dão o seu melhor para ganhar o TEU VOTO! Vem apoia-los e PARTICIPA! A decisão é TUA!
EDSAE "AQUI HÁ TALENTO"
Sábado, dia 10 Março 2012
Programa:
22h30: Abertura de portas
23H00: Concurso "Aqui Há Talento"
00H00: Festa Romantica de Salsa, Kizomba e Bachata com o DJ Peter
01H00: Animação especial e sorteio de um Passe completo para o Kizombachata Lisboa 2012 / Revelação do 1º classificado do concurso e entrega dos prémios
04H00: Encerramento
Uma noite cheia de emoção e talento em que o Público vota qual dos participantes do concurso tem mais talento e ganha o Primeiro Prémio!
Cerca de 10 Grupos partilham o palco e dão o seu melhor para ganhar o TEU VOTO! Vem apoia-los e PARTICIPA! A decisão é TUA!
EDSAE "AQUI HÁ TALENTO"
Sábado, dia 10 Março 2012
Programa:
22h30: Abertura de portas
23H00: Concurso "Aqui Há Talento"
00H00: Festa Romantica de Salsa, Kizomba e Bachata com o DJ Peter
01H00: Animação especial e sorteio de um Passe completo para o Kizombachata Lisboa 2012 / Revelação do 1º classificado do concurso e entrega dos prémios
04H00: Encerramento
sábado, 21 de janeiro de 2012
Casino Estoril - Pole Dance

Casino Estoril acolhe aos Sábados ciclo de espectáculos de Pole Dance
Numa proposta inovadora, o Casino Estoril oferece, em Janeiro, um ciclo de espectáculos de Pole Dance. O Lounge D. acolhe, aos Sábados, pelas 23h20 e, posteriormente, às 01h da madrugada, actuações de várias bailarinas especialistas nesta modalidade. A entrada é livre.
Com um crescente número de adeptos, a Pole Dance consiste numa forma de dança que apela, sobretudo, à sensualidade e incorpora, também, movimentos de ginástica olímpica, movimentos livres, ballet e dança contemporânea em dimensões diferentes, incluindo posições estáticas e em movimento, onde o varão se assume como elemento fulcral.
A Pole Dance combina, assim, uma dança e performance artística e acrobática, em que a sensualidade é utilizada como principal ferramenta visual. Considerado o desporto mais completo para o corpo e espírito, exige, igualmente, uma sofisticada cultura musical associada a uma agilidade corporal.
Com exercícios de invulgar grau de dificuldade, as bailarinas exibem-se numa dança vertical que combina a destreza física com a sensualidade. São jogos de movimentos que prendem os olhares com o equilíbrio e delicadeza dos seus protagonistas.
Em Janeiro, o Lounge D. do Casino Estoril acolhe, aos Sábados, dois pequenos ciclos de exibições de Pole Dance.
As actuações estão agendadas para os dias 7, 14, 21 e 28 de Janeiro, das 23h20 às 23h25 e, posteriormente, das 01h às 01h05 da madrugada. A entrada é livre.
http://www.casino-estoril.pt
http://www.casino-estoril.pt
sábado, 16 de julho de 2011
OrAnGo TaNgO
OrAnGo TaNgO
"A sensualidade, a violência, a subtileza, e a energia da música de Buenos Aires... "
A música do septeto OrAnGo TaNgO é a interpretação moderna e citadina, intemporal e multi-geográfica do Tango que, nascido em Buenos Aires e aíenraizado, se vê, pelas mãos de Daniel Schvetz, feito em erudição-folk musical.
Daniel Schvetz, luso-argentino, porteño-alfacinha, concebeu este espectáculo para integrar tanto os elementos tradicionalmente associados ao tango, como é o caso do acordeão de Pedro Santos, como uma seriedade erudita, integrando no projecto a música de câmara com o Quarteto Lopes Graça, ao mesmo tempo que lhe dá o jazz livre no contrabaixo de Demian Cabaud.
Interpretando músicas de autores como Pichuco, Piazzolla, Gardel, Mores, Espósito e Mansi, a par das composições de Schvetz, OrAnGo TaNgO mostra o género semper intemporal – no sentido mais literal da palavra – que é o tango. Exprime e combina o arranjo e a espontaneidade dos músicos, ilustrada pelos bailarinos que materializam o som em movimento.
Mais informação em http://www.bemditas.com/
Ficha Artística e Técnica
Arranjos, Composição e Direcção Musical : Daniel Schvetz
Violino : Luís Pacheco Cunha
Violino : Anne Vitorino d'Almeida
Viola : Isabel Pimentel
Violoncelo : Catherine Strynckx
Acordeão : Pedro Santos
Contrabaixo : Demian Cabaud
Piano : Daniel Schvetz
Produção e Agenciamento : BemDitas – Criadores Culturais
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
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