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sábado, 15 de setembro de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
sexta-feira, 28 de abril de 2017
sábado, 29 de outubro de 2016
sábado, 24 de setembro de 2016
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Eu, tu e a terapeuta !
Com texto de Eduarda Laia, encenação de Hugo Franco e interpretação de Isabel Ribas, Joana Bastos e Miguel Dias"Eu, Tu e a Terapeuta" é um retrato humorístico do que são as relações amorosas entre as pessoas.
A peça acompanha a primeira sessão de terapia de casal a que Cecília recorre numa desesperada tentativa de salvar o seu casamento com Henrique, que apenas acede a ir com a mulher à consulta para a calar.
Apesar dos esforços da Terapeuta, a sessão transforma-se numa batalha campal e discussão contínua entre o casal, e os três acabarão por ser surpreendidos pelas inesperadas revelações de Cecília e Henrique, que irão expor sentimentos e factos que nunca dantes tinham partilhado um com o outro. O casal descobre, assim, que os sete anos de casamento que partilham estão cheios de segredos e mentiras que agora se revelam.
O resultado destas revelações é desastroso e parece afastar definitivamente Cecília e Henrique, mas, quando a Terapeuta desiste de os ajudar, considerando que está perante um caso perdido, os dois unem-se de forma surpreendente para lhe provar que têm uma relação perfeita.
domingo, 6 de março de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
Museu do Alvarinho
O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, foi inaugurado no dia 28 de fevereiro de 2015 numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque. A partir desse dia, Monção passou a contar com um equipamento relevante e defensor do vinho Alvarinho, aberto a munícipes, turistas e apaixonados pelo mundo dos vinhos.
A intervenção, objeto de uma candidatura aprovada no programa PRODER, beneficiou de um apoio financeiro próximo de 90 mil euros para um investimento elegível de 148 mil euros. Representa um trunfo valioso na defesa e divulgação do Vinho Alvarinho, potenciando as suas características endógenas e as empresas locais dedicadas à sua produção.
Com o nome registado, o Museu do Alvarinho constitui um espaço de promoção, comercialização e degustação daquele produto demarcado e singular com elevada importância na economia de muitas famílias monçanenses e suporte da identidade cultural e histórica do concelho.
Distribuído por diferentes áreas, este espaço proporcionará aos visitantes uma autêntica viagem pelo mundo deste famoso néctar, disponibilizando informação interativa sobre a origem, evolução e empresas dedicadas à produção deste verdadeiro ex. libris do concelho de Monção.
As empresas de Vinho Alvarinho com produto rotulado, tantas e tantas vezes premiadas em concursos nacionais e internacionais, encontram neste espaço “uma porta de acesso” para a valorização dos seus produtos, bem como um “ponto de encontro” para provas comentadas, encontros promocionais e estabelecimento de parcerias negociais.
Contacto
Casa do Curro
Praça Deu-la-Deu
4950 - Monção
T. 251 649 009
dec@cm-moncao.pt
Horário
De terça a domingo, das 09h30 / 12h30 e 14h00 / 17h30
Web : Site, Facebook
domingo, 25 de outubro de 2015
Nome Próprio
Um simples jantar entre amigos pode tornar-se numa guerra desenfreada de palavras? Pode. NOME PRÓPRIO é uma comédia sobre a amizade, mas também sobre a hipocrisia, a mesquinhez e os não-ditos. Estreada em Paris, NOME PRÓPRIO (com o título original Le Prenom) teve um enorme sucesso na Europa e na América Latina e chega agora pela primeira vez a Portugal. A qualidade do texto e das personagens é de tal ordem que rapidamente foi adaptada ao cinema, onde obteve excelentes críticas e enorme afluência de publico. NOME PRÓPRIO é um belíssimo exercício sobre a complexidade das relações humanas. Pontuada por um elegante sentido de humor, a acção desenrola-se durante uma noite, em que um grupo de amigos se reúne para mais um momento de convívio. Mas o conflito começa quando uma das personagens revela o nome que quer dar ao filho. É este o pretexto para descobrimos que, afinal, todos têm muito que dizer sobre as suas vidas e as relações que mantêm uns com os outros. Pode o simples nome de um bébé por termo a décadas de amizades inabaláveis? Talvez não. Mas pode provocar muitas gargalhadas e fazer-nos refletir sobre os nossos próprios preconceitos.
Texto: Matthieu Delaporte e Alexandre de La Patellière
Tradução: Ana Sampaio
Encenação: Fernando Gomes
Apoio Cenário: Rui Lopes
Desenho de Luz: Paulo Sabino
Figurinos: Fernanda Ramos
Música: Filipe Melo
Assistentes de Encenação: Anaísa Raquel e Elsa Galvão
Produção: Força de Produção
Interpretação: José Pedro Gomes, Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, Francisco Menezes e Joana Brandão
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
domingo, 26 de julho de 2015
Para avançar, às vezes é preciso saber parar ...
" [dos intervalos que a vida nos obriga a fazer]
Há dias em que a vida vai obrigar-te a parar. Ouve o que ela
te diz: precisas de ti inteiro. Precisas muito mais de ti do que dos outros.
Há dias em que a vida vai obrigar-te a parar. E a pedir que
não te preocupes com o resto do mundo. Que o resto do mundo vai continuar a ser
o mesmo no teu regresso. E quem (e o que) tiver de esperar, se for mesmo
importante para ti, espera.
Há dias em que a vida vai obrigar-te a parar. E a pedir que
repares em ti. Que celebres e agradeças o que de melhor tens: a tua saúde, o
teu tempo, a tua liberdade, o teu amor, as tuas pessoas, o teu pequeno mundo
dos afetos.
Há dias em que a vida sabe, sabe mesmo, que algumas paragens
que te obriga a fazer, quando feitas no momento certo, ensinam-te a respirar, a
voltar a acreditar e a esperar, como quem espera pelo verão, pelo comboio que
te leva ao destino. O teu.
Confia.
Quando a vida te obrigar a parar, pára. Cuida de ti. Gosta de ti. Abraça-te. Sem ses, nem mas.
Quando a vida te obrigar a parar, pára. Cuida de ti. Gosta de ti. Abraça-te. Sem ses, nem mas.
Porque o resto do mundo... o resto do mundo pode esperar. "
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